As organizações criminosas estão a adaptar o seu modo de atuação para aproveitarem a crise pandémica provocada pelo Covid-19. Num relatório da Europol – agência europeia de polícias – publicado esta sexta-feira são indicadas três áreas de ação em crescendo: cibercrime, com as crianças como um dos alvos, bens contrafeitos e várias fraudes.

Toda esta situação tem implicações na segurança interna da União Europeia (UE). Os criminosos rapidamente apreenderam as oportunidades para explorar a crise, adaptando os seus modos de operação ou desenvolvendo novas atividades criminosas.

“Toda esta situação tem implicações na segurança interna da União Europeia (UE). Os criminosos rapidamente apreenderam as oportunidades para explorar a crise, adaptando os seus modos de operação ou desenvolvendo novas atividades criminosas. Os grupos do crime organizado são notoriamente flexíveis e adaptáveis. A sua capacidade de explorar esta crise significa que precisamos de estar constantemente vigilantes e preparados”, assinala Catherine de Bolle, a diretora executiva da Europol.

Segundo esta agência europeia, as medidas restritivas em vigor nos diversos países “têm um impacto significativo sobre o cenário criminal grave e organizado, bem como na ameaça dos extremistas violentos”.

Neste relatório são indicados seis fatores que estão a potenciar as mudanças:



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